Calendário da Ciência
O calendário científico é uma viagem pela história da ciência através dos séculos, e uma oportunidade de relembrar e conhecer pesquisadores que por meio de suas pesquisas contribuíram para a evolução humana.
Que esse legado científico possa despertar nos jovens o interesse pela ciência e a motivação de buscar o conhecimento em prol do desenvolvimento do nosso planeta.
E que comece a viagem!
Selecione o dia e mês para encontrar grandes cientistas
Katherine Johnson
26/08/1918
Suas contribuições foram fundamentais para a Aeronáutica e exploração espacial dos Estados Unidos. Foi ela quem calculou as trajetórias de foguetes e órbitas terrestres para as primeiras missões espaciais da NASA.
Matemática americana, formou-se em Matemática (1937), com pós-graduação pela West Virginia State University e doutorado honorário pela Universidade Estadual de Nova York, Farmingdale (1998).
Trabalhou em National Advisory Committee for Aeronautics – NACA, hoje NASA, (1953-1986) realizando os cálculos necessários para a exploração espacial. Seu trabalho mais importante está relacionado ao cálculo da trajetória de voo da Apolo 11, durante a missão para a Lua pela primeira vez (1969). Seus cálculos ajudaram a sincronizar o Módulo Lunar do Projeto Apollo com o Módulo de Comando e Serviço em órbita lunar.
Forneceu parte da matemática para o documento “Notes on Space Technology” (1957), um compêndio de palestras ministradas por engenheiros da Divisão de Pesquisa de Voo e da Divisão de Pesquisa de Aeronaves Pilotless (PARD).
Com Ted Skopinski publicou “A determinação do ângulo de Azimuth em Burnout para colocar um satélite sobre uma posição de terra selecionada”. Continha a teoria necessária para o lançamento, rastreamento e retorno de veículos espaciais. Foi usado no voo espacial de Alan Shepard (1961), o primeiro voo espacial humano da América, e no voo de John Glenn (1962). Este foi o primeiro de 21 artigos em coautoria de Katherine, enquanto trabalhava para a NASA. Foi a primeira vez que uma mulher na Divisão de Pesquisa de Voo recebeu crédito como autora de relatórios de pesquisa.
Katherine Coleman Goble Johnson (White Sulphur Springs, USA, ✦26/08/1918 - ✚24/02/2020)
Antoine Lavoisier
26/08/1743
Considerado o precursor da química moderna, além de suas contribuições na conservação da matéria e por sua refutação à teoria flogística da combustão, predominante em sua época. É sua autoria a frase "na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".
Químico francês, formou-se em Direito, mas dedicou-se à Ciência por toda a vida.
Suas primeiras pesquisas científicas concentraram-se em determinar as variações de peso sofridas pelos corpos queimados (anos 1770). Comprovou que essas variações são provocadas por um gás, de aspecto semelhante ao ar atmosférico, que Priestley chamou de “ar perfeito”, nomeado por Lavoisier “oxigênio”. Conseguiu decompor o ar em oxigênio e nitrogênio e depois recompô-lo a partir desses elementos (1777).
Fez diversas experiências nas quais pesava as substâncias utilizadas, antes e depois das reações químicas. Observou que a massa total das matérias permanecia a mesma quando a experiência era realizada em ambiente fechado. Diante dessa observação, enunciou a Lei da Conservação da Matéria, afirmando que: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Derrubou a teoria do flogisto, um fluido hipotético imaginado pelos químicos da época, para explicar a combustão.
Trabalhando nas experiências de Cavendish, sobre o gás combustível, o “ar inflamável” nomeado por ele que, quando queimado produzia água. Ele conclui que a água é um composto de dois gases, oxigênio e hidrogênio, inacreditável para muitos cientistas da época. Ao “ar inflamável” Lavoisier nomeou hidrogênio.
Realizou estudos de Fisiologia e Bioquímica que geraram métodos das provas de metabolismo basal. Realizou experiências com cobaias, medindo rigorosamente o oxigênio por elas consumido e o bióxido de carbono desprendido.
Antoine-Laurent de Lavoisier (Paris, França, ✦26/08/1743 - ✚08/05/1794)
Katherine Johnson
26/08/1918
Suas contribuições foram fundamentais para a Aeronáutica e exploração espacial dos Estados Unidos. Foi ela quem calculou as trajetórias de foguetes e órbitas terrestres para as primeiras missões espaciais da NASA.
Matemática americana, formou-se em Matemática (1937), com pós-graduação pela West Virginia State University e doutorado honorário pela Universidade Estadual de Nova York, Farmingdale (1998).
Trabalhou em National Advisory Committee for Aeronautics – NACA, hoje NASA, (1953-1986) realizando os cálculos necessários para a exploração espacial. Seu trabalho mais importante está relacionado ao cálculo da trajetória de voo da Apolo 11, durante a missão para a Lua pela primeira vez (1969). Seus cálculos ajudaram a sincronizar o Módulo Lunar do Projeto Apollo com o Módulo de Comando e Serviço em órbita lunar.
Forneceu parte da matemática para o documento “Notes on Space Technology” (1957), um compêndio de palestras ministradas por engenheiros da Divisão de Pesquisa de Voo e da Divisão de Pesquisa de Aeronaves Pilotless (PARD).
Com Ted Skopinski publicou “A determinação do ângulo de Azimuth em Burnout para colocar um satélite sobre uma posição de terra selecionada”. Continha a teoria necessária para o lançamento, rastreamento e retorno de veículos espaciais. Foi usado no voo espacial de Alan Shepard (1961), o primeiro voo espacial humano da América, e no voo de John Glenn (1962). Este foi o primeiro de 21 artigos em coautoria de Katherine, enquanto trabalhava para a NASA. Foi a primeira vez que uma mulher na Divisão de Pesquisa de Voo recebeu crédito como autora de relatórios de pesquisa.
Katherine Coleman Goble Johnson (White Sulphur Springs, USA, ✦26/08/1918 - ✚24/02/2020)
Antoine Lavoisier
26/08/1743
Considerado o precursor da química moderna, além de suas contribuições na conservação da matéria e por sua refutação à teoria flogística da combustão, predominante em sua época. É sua autoria a frase "na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".
Químico francês, formou-se em Direito, mas dedicou-se à Ciência por toda a vida.
Suas primeiras pesquisas científicas concentraram-se em determinar as variações de peso sofridas pelos corpos queimados (anos 1770). Comprovou que essas variações são provocadas por um gás, de aspecto semelhante ao ar atmosférico, que Priestley chamou de “ar perfeito”, nomeado por Lavoisier “oxigênio”. Conseguiu decompor o ar em oxigênio e nitrogênio e depois recompô-lo a partir desses elementos (1777).
Fez diversas experiências nas quais pesava as substâncias utilizadas, antes e depois das reações químicas. Observou que a massa total das matérias permanecia a mesma quando a experiência era realizada em ambiente fechado. Diante dessa observação, enunciou a Lei da Conservação da Matéria, afirmando que: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
Derrubou a teoria do flogisto, um fluido hipotético imaginado pelos químicos da época, para explicar a combustão.
Trabalhando nas experiências de Cavendish, sobre o gás combustível, o “ar inflamável” nomeado por ele que, quando queimado produzia água. Ele conclui que a água é um composto de dois gases, oxigênio e hidrogênio, inacreditável para muitos cientistas da época. Ao “ar inflamável” Lavoisier nomeou hidrogênio.
Realizou estudos de Fisiologia e Bioquímica que geraram métodos das provas de metabolismo basal. Realizou experiências com cobaias, medindo rigorosamente o oxigênio por elas consumido e o bióxido de carbono desprendido.
Antoine-Laurent de Lavoisier (Paris, França, ✦26/08/1743 - ✚08/05/1794)